Blasfêmia olímpica! Uma performance que escandalizou o mundo: drag queens e dançarinos transformaram a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris em uma verdadeira sátira profana da “Última Ceia” de Da Vinci.
Igreja Católica em fúria: A apresentação, repleta de frutas, flores e artistas performáticos, foi considerada uma ofensa ao cristianismo. Líderes religiosos franceses condenaram o espetáculo como “uma troça desrespeitosa” à fé cristã.
Empresas boicotam Olimpíadas: A repercussão foi tão negativa que empresas começaram a retirar seus anúncios dos Jogos, declarando-se “horrorizadas” com a blasfêmia transmitida ao vivo para o mundo.
Diretor artístico sob fogo cruzado: Thomas Jolly, diretor da cerimônia, defendeu a performance, dizendo que a intenção era celebrar “uma grande festa pagã” ligada aos deuses do Olimpo. No entanto, suas explicações não apaziguaram a indignação pública.
Organização pede desculpas: Com a reputação dos Jogos Olímpicos de Paris em risco, os organizadores foram forçados a pedir desculpas públicas, tentando conter a tempestade de críticas e controvérsias que tomou conta do evento.
A polêmica continua, enquanto o mundo observa em choque a mistura explosiva de cultura pop e religião nas Olimpíadas de Paris.